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Dengue foi tema discutido na I Semana Acadêmica e II Semana Técnica do IFRS - Campus Erechim

Prevenção e Combate à dengue 1

A tarde de quarta-feira, 09, seguiu com uma palestra sobre um assunto que sempre gera dúvidas e mobiliza a população a cerca de seu combate. O tema abordado no Ser Aurora de Erechim, pela médica veterinária e coordenadora da vigilância ambiental em saúde da 11ª CRS de Erechim, Maria Helena Dalmaso, foi a Prevenção e o Combate à Dengue. A programação, que reuniu docentes e acadêmicos faz parte da I Semana Acadêmica e II Semana Técnica do IFRS - Campus Erechim.

Um vídeo mostrando todo o ciclo de vida do famoso mosquito vetor da doença - o AEDES AEGYPTI - iniciou a palestra, apresentando informações básicas sobre o processo de disseminação da dengue, desde seu nascimento até à contaminação do homem. A palestrante iniciou alertando que o Aedes é um mosquito doméstico, vive dentro da nossa casa. "Ali ele encontra alimento e abrigo".

Maria Helena expôs aos presentes a situação da dengue no nosso estado, baseando-se em dados estatísticos. De acordo com as informações cedidas pela palestrante, hoje há cerca de 1478 notificados no Rio Grande do Sul, além de 198 casos confirmados da doença. Cerca de 75 municípios estão infestados, incluindo Erechim - desde 2007 - e a maioria dos casos se encontra na região noroeste do estado.

A profissional apresentou todo o processo histórico de origem do mosquito, as outras doenças que ele pode transmitir , os sintomas da dengue, como ocorre o seu tratamento e os primeiros programas criados para realizar a sua erradicação. Porém, Maria Helena afirmou que para acabar com a transmissão da doença não bastam os programas de controle, como o PNCD - Programa Nacional de Controle da Dengue - pois a população precisa participar ativamente do processo. "Faltava educação e saúde da parte das pessoas, que não participavam do combate à doença, pois não eram informadas sobre ela. Todos nós utilizamos o SUS, direta ou indiretamente, através do trabalho da vigilância ambiental, mas não nos inserimos em um de seus princípios básicos: a participação popular", destacou.

A coordenadora da vigilância ambiental reforçou que o trabalho dos vigilantes é diminuir ao máximo o número de mosquitos voando, mas que a sociedade precisa colaborar na prevenção e evitar o principal meio de disseminação do vetor: o acúmulo de água limpa e parada em qualquer recipiente propício para o surgimento do mosquito, como pneus, calhas, garrafas, vasos de plantas e caixas d'água abertas. Pela dificuldade de se fabricar uma vacina eficaz contra os quatro tipos de vírus existentes, Maria Helena afirmou que a prevenção é o melhor caminho.

A palestrante encerrou aclamando a todos os presentes para que no próximo dia 19 de novembro, o Dia Nacional de Combate à Dengue, todos se mobilizem para combater a doença dentro de sua casa e no seu dia a dia.

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